Como utilizar o New Relic para gerenciar aplicativos dependentes

Como utilizar o New Relic para gerenciar aplicativos dependentes

A arquitetura de aplicativos dependentes desempenha um papel crucial nos processos de migração de dados para a nuvem.

Quando as definições das aplicações na arquitetura são bem-sucedidas, o risco de falha na interdependência dos aplicativos reduz consideravelmente. Afinal, uma falha nesse processo pode trazer sérias complicações para migrar o projeto para a nuvem.

Porém, utilizando os alguns recursos da New Relic permitem ao usuário identificar aplicações dependentes com mais eficiência para melhorar o desempenho do aplicativo.

São cinco passos simples para identificar, mapear, e solucionar eventuais conflitos dentro do projeto, confira:

1. Identificando aplicações e componentes

No primeiro passo o usuário deve fazer três perguntas essenciais para encontrar os conflitos na arquitetura do projeto:

1.Quais são os aplicativos que migrarão para a nuvem;
2.Quais são suas dependências;
3.Quais são os serviços e inventários que suportam os aplicativos;

Essas perguntas são fundamentais para não perder nenhuma dependência na hora de migrar os dados para a nuvem, pois qualquer perda resultará em problemas futuros.

2. Agentes New Relic

Dentre os diversos produtos da New Relic, o mais indicado para trabalhar com aplicativos dependentes é o APM.

Os recursos de coleta de dados relacionados aos aplicativos e serviços externos do APM possibilitam criar uma prévia das dependências dos aplicativos em poucos minutos nos monitores.

Outras ferramentas New Relic também contribuem para melhorar e otimizar os gerenciadores da plataforma, por isso além do APM, considere instalar outro software que seja compatível com seus projetos, como o Infrastructure.

3. Mapeamento e avaliação

Um dos recursos disponíveis no APM é o Service Maps feature, com ele o usuário poderá mapear e encontrar quais são os aplicativos.

Ele disponibiliza no monitor todas as conexões e serviços externos, da web, banco de dados e API’s, a partir dessas informações são definidos o planejamento de migração dos aplicativos.

O layout do APM é extremamente simples e intuitivo, todas as informações primárias ficam ao lado esquerdo. Após selecionar o escopo do aplicativo, ele o preencherá automaticamente.

4. Definição de dependências

Todo aplicativo sofre constantes alterações e atualizações, por isso muitas dependências são geradas a cada upgrade na arquitetura do programa.

Isso acaba gerando muitos problemas na hora de migrar do aplicativo para a nuvem, mas utilizando o APM e o Infrastructure da New Relic o usuário poderá identificar a definir as dependências antes do processo de upstream.

Quando localizada uma dependência desconhecida, o usuário poderá definir sua relação com o aplicativo e direcionar seus componentes dentro da migração.

5. Executando o inventário da infraestrutura

Por fim, abra o inventário da infraestrutura para filtrar os host que estão em execução no aplicativo para identificar os pacotes de softwares instalados nos servidores.

A página de inventário é atualizada em tempo real, isso permite otimizar o desempenho do aplicativo para atender as necessidades do projeto.

Além disso, ele fornecerá informações detalhadas sobre módulos de sistema, arquivos de configuração, metadados, pacotes e serviços e sessões do usuário.

Utilizando os recursos disponíveis do APM e Infrastructure da New Relic, o processo de migração para a nuvem se torna muito mais simples, principalmente quando o usuário conhece os atalhos e caminhos.

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