Internet das Coisas inseguras?

Internet das Coisas inseguras?

Cada vez mais, a tecnologia dos aparelhos de comunicação invadem nosso dia a dia. Frequentemente, usamos os smartphones como controle remoto, enviamos documentos para imprimir remotamente e mais.

Com os assistentes de inteligência artificial, como Siri, Alexa e Google Home, eles estão profundamente em todas as esferas de nossas vidas.

Porém, hoje em dia, as informações tecnológicas dependem dos dados inseridos pelas pessoas e os processadores sabem mais sobre ideias do que coisas.

Todos esses fatores fazem as soluções de segurança para os dados em tráfego muito importante na era da Internet das Coisas.

Portanto, como conseguir controlar todos esses dados que são compartilhados em tantas redes? Afinal, os processos operacionais não podem sofrer uma interrupção para resolver situações, por conta dos prejuízos e para manter a reputação da empresa.

Dois mundos colidindo

Um desastre no mundo da Internet das Coisas pode ser mais prejudicial nos tempos atuais. Uma sensação de segurança ainda domina, mas os erros podem ter consequências fatais nesta fase de implementação.

Atualmente, as coisas são unidas em duas esferas: TI e dispositivos clássicos + a indústria. Ao longo do tempo, diferentes processos surgiram para cuidar dessas esferas.

Os dois convivem e convergem ao mesmo tempo. Em exemplo, os computadores pessoais de seis anos e os telefones de 4 são considerados modelos ultrapassados para o TI e por isso precisam ser substituídos.

Por outro lado, os componentes industriais, às vezes, duram 20 ou 25 anos. Porém, ninguém pode garantir que os algoritmos na Internet das Coisas atuais serão seguros nos próximos 10, 20 anos.

Até lá os princípios de segurança terão mudado muito. Ainda mais com o lançamento da tecnologia 5G prevista para 2020 e estimativa de 26 bilhões de aparelhos conectados. Então, como lidar com essa situação? Qual a solução mais atrativa?

Fator humano

Os problemas não param por aqui e também inclui a dinâmica das pessoas. Os funcionários envolvidos na instalação, manutenção e controle dos sistemas industriais e ambientes comerciais não são exatamente especialistas em Internet das Coisas.

Quando algo acontece, a única coisa que resta fazer é cuidar de uma tecnologia particular e solucionar parte do problema e não a raiz.

Por exemplo, quando a energia cai em empresas, quase ninguém pensa que poderiam ter sido ação de hackers aproveitando falhas no sistema de segurança. Afinal, está conectado a uma rede e pode ser invadida. A Internet é uma porta de entrada conectada a quase tudo.

Então, a solução é conseguir fazer com que os funcionários tenham esse tipo de raciocínio. Por isso, a mão de obra humana precisa estar preparada para enfrentar e solucionar esses problemas.

Qual sua opinião?

A IoT conecta a web por meio de interfaces de comunicação padronizadas e isso abre a possibilidade de monitorar e controlar.

Isso também possibilita coletar informações sobre cada sistema, tomar o controle total e resolver maus funcionamentos.

Deu para perceber que a Internet das Coisas causa muitas dúvidas e poucas respostas, pois é difícil agir em casos hipotéticos com soluções práticas. Gostaríamos de saber, você tem alguma experiência com IoT? Deixe um comentário.

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